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Tenho teratoma, e agora?

O diagnóstico é feito, inicialmente, por ultrassonografia pélvica. Em alguns casos, são necessários exames complementares, como ressonância magnética ou tomografia, para avaliar melhor as características da lesão.
O tratamento é cirúrgico. Lesões pequenas podem ser tratadas com cirurgia conservadora, preservando o ovário. Em casos maiores ou com suspeita de malignidade, indica-se a ooforectomia (remoção do ovário acometido). Teratomas malignos, embora raros, podem requerer cirurgia ampliada e quimioterapia.
A ausência de tratamento pode levar a complicações como torção ovariana, ruptura e, em alguns casos, impacto na fertilidade.